10 agosto 2015

Michelly Oliveira

5 dicas para criar roteiros de teste de usabilidade

 
Desde que comecei a ensinar outras pessoas notei que: gente, criar um bom roteiro de teste não é tão simples assim. Eu aprendi as coisas na marra prática, por tentativa e erro. Por isso achei que seria útil reunir aqui algumas coisas que eu gostaria que tivessem me dito quando eu comecei.

#1 Sim, você precisa de um roteiro

Sendo tímida desde criancinha, aprendi que o planejamento é muito útil: se você pensa no que falar de antemão, não te dá um “branco” na hora. É assim na vida e é assim em pesquisa também.
Você não vai simplesmente colocar um fulano na frente do produto e dizer: “use aí”. Ninguém pega um produto sem contexto, né? É importante ter um cenário, um objetivo, algo a fazer ali.
Nem precisa ser um roteiro formal, impresso. Se você anotar as tarefas em um caderninho (ou em post-its, se quiser ser mais moderno) já ajuda muito.

#2 Comece pelo objetivo

O que você quer descobrir o teste? Formule objetivos, e tente ser mais específico do que “ver se o site tá bom”. Pode ser algo simples, do tipo:
“Quero descobrir quais as dificuldades no fluxo de compra que podem levar a problemas de conversão.”
Ou algo mais direito:
“Quero descobrir se as pessoas sabem como usar os filtros por cor na página de resultados”.
O objetivo também pode ser avaliar uma hipótese:
“Pouca gente usa o filtro por cor. Pode ser porque ele está abaixo da dobra.”
Objetivos definidos? Coloque no papel. Anote em um plano de teste. Coloque em qualquer lugar, desde que não perca de vista. E a partir deles, crie as tarefas.

#3 Crie tarefas com as quais as pessoas possam se identificar

O seu papel é fazer com o que teste seja o mais próximo possível de uma situação real de uso. Por isso, crie cenários de tarefa com base em situações cotidianas, para que a pessoa possa se colocar naquela situação – e fugir de uma simulação apenas mecânica.
tarefas

#4 O que é o sucesso para você?

OK, Google images. Não era bem isso que eu queria dizer.
Para cada tarefa, há um caminho ideal = sucesso da tarefa. E é muito útil você definir isso antes de começar os testes, para saber em que você deve prestar atenção. E aqui você pode incluir métricas úteis para analisar os resultados depois.
Veja agora as mesmas tarefas com objetivo e sucesso definidos:
tarefas2

#5 Tudo bem sair um pouco do roteiro se você souber o que está fazendo

Você levou alguns dias criando um roteiro incrível e agora deve segui-lo à risca, certo? Certo. Mas com o tempo você percebe que nem sempre é o melhor para a pesquisa.
Às vezes a pergunta não se encaixa muito bem no participante – em vez de um sapato vermelho, ele tem mais cara de quem compra botas country. Tem gente que é super espontânea e empolgada e vai fazendo de uma vez todas as tarefas do roteiro, tudo fora de ordem. E às vezes o que a pessoa está te contando é mais interessante e mais útil do que as tarefas previstas no roteiro. O que fazer?
Nesta hora a gente volta ao primeiro ponto: o objetivo. Se você tem os objetivos do teste na cabeça (ou anotados no roteiro), pode adaptar as tarefas para atingir os mesmos resultados. Se você sabe o que tá por trás de cada tarefa fica mais fácil avaliar se a pessoa já avaliou aquele ponto ou não. Com a prática você pode ir adaptando o roteiro a cada situação – pode fazer perguntas diferentes, mudar a ordem das tarefas e inventar novas tarefas na hora.
Desde que você mantenha os objetivos em mente e que tenha liberdade para isso, improvisos podem ser bem legais. Mas se está fazendo um estudo grande, em que é importante manter o rigor para comparar resultados, melhor ser um pouco mais certinho.
Por fim, se você tá começando pode ser mais difícil achar aquele gancho do improviso. É normal. Neste caso apenas ler o roteiro e prestar (muita) atenção já tá de bom tamanho. Na dúvida, siga o roteiro e seja feliz.

Fonte: http://arquiteturadeinformacao.com/pesquisa-com-usuarios-2/5-dicas-para-criar-roteiros-de-teste-de-usabilidade/

05 agosto 2015

Michelly Oliveira

16 dicas para uma boa entrevista com o usuário

 



Entrevistar um usuário é uma arte. Seja em um teste de usabilidade, focus group, pesquisa etnográfica, teste de conceito. Fico fascinado quando tenho a possibilidade de acompanhar o teste e vejo como existem profissionais super qualificados no mercado – gente que nasceu para a coisa.
Michael Margolis, UX Researcher do Google, fez uma lista com 16 dicas essenciais para realizar uma boa entrevista. Segundo ele, o segredo é deixar os participantes à vontade e, consequentemente, extrair bons resultados da conversa.
Confira a lista (traduzida e resumida) abaixo:
  1. 1- Entre no personagem. Deixe de lado o seu personagem “designer” e entre no personagem “entrevistador simpático”. Evite o comportamento cético e os julgamentos em excesso – e vá de coração aberto. Isso pode deixar a entrevista muito mais amigável e casual.
  2. 2 - Sorria. Respire fundo e sorria. Seja cordial desde o início (desde o primeiro contato pelo telefone). Sorrir faz com que sua voz e sua atitude sejam muito mais positivas para com o entrevistado.
  3. 3 - Fascine-se. Demonstre que está interessado em tudo o que o participante diz e mostre sua curiosidade em aprender com ele. Sua expressão corporal e linguagem podem ajudar a demonstrar isso. Nunca franza a testa.
  4. 4- Seja neutro e encorajador. Um simples “hmm” ajuda a dizer para os usuários que você está ouvindo o que ele diz. Não se ofenda caso alguém critique o produto. Esse é justamente o motivo de vocês estarem sentados ali.
  5. 5 - Não julgue ou menospreze. É contraprodutivo. Nenhum usuário é “idiota” ou “não sabe o que está falando”. Ele sabe o que está falando melhor do que você. Depois da entrevista terminada, aí sim você pode julgar se o comentário dele fez sentido ou não.
  6. 6 - Construa a conversa. Comece com “small talk” antes da entrevista, faça perguntas fáceis antes de começar a entrevista pra valer. Na hora de terminar a entrevista, também evite terminar abruptamente. Uma opção é usar o último minuto da conversa para resgatar e resumir tudo o que foi falado. Agradeça.
  7. 7 - Faça perguntas abertas. Evite aquelas perguntas que podem ser respondidas com “sim” ou “não”. Perguntas abertas geram respostas muito mais interessantes. Ao invés de perguntar “você clicaria…?”, pergunte “o que você faria?”.
  8. 8 - Continue perguntando. Não se contente com a primeira reposta dada pelo usuário. Continue pedindo mais explicações. Por que? Quando? Como? Você pode dar um exemplo?
  9. 9 - Tire as dúvidas. Se você não entendeu com clareza aquilo que o participante te explicou, pergunte na hora. Depois que a sessão terminar, fica bem mais difícil voltar no assunto para esclarecer dúvidas.
  10. 10 - Responda com perguntas. No começo da sessão você pode avisar que você quer justamente descobrir as dúvidas deles, e por isso mesmo você vai evitar respondê-las de forma óbvia. Responda às perguntas dos entrevistados com novas perguntas. “O que acontece quando eu clico aqui?” – “O que você acha que acontece?”.
  11. 11 - Deixe a conversa pessoal. Evite generalizações como “as pessoas normalmente…”. Peça exemplos práticos e reais de experiências anteriores do entrevistado.
  12. 12 - Controle o tempo. Priorize aquelas perguntas que você quer ter respondidas a qualquer custo. Se sobrar tempo, guarde umas perguntas menos essenciais na manga. Ah, e evite ficar olhando no relógio enquanto conversa com a pessoa.
  13. 13 - Não force a barra. É delicioso ouvir o quão fantástico é o seu produto, mas não estimule as pessoas a falarem isso. Se um elogio vier, que seja natural.
  14. 14 - Cale-se e ouça. Você trouxe o participante ali para que ele fale, não você. Tente reduzir o tempo da sua fala, para deixar mais tempo para a pessoa falar.
  15. 15 - Observe expressões faciais, corporais e tom de voz. Muito do feedback do usuário vem de forma não verbalizada. Aquela cara de azedo enquanto ele navega pelo seu site pode significar uma dúvida. Pergunte qual é.
  16. 16 - Pratique. Como qualquer outra habilidade, a entrevista melhora com a prática. Não se preocupe em aplicar todas as técnicas acima de uma vez só. Escolha algumas para prestar atenção em sua próxima entrevista. Aos poucos todas elas acontecerão naturalmente.
Fonte: http://arquiteturadeinformacao.com/usabilidade/16-dicas-para-uma-boa-entrevista-com-o-usuario/

06 janeiro 2015

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Instalar Java em Servidor Debian 7

 
Para o Debian-7 (wheezy) e mais recentes, Java Oracle não está mais disponível nos repositórios Debian (veja em Oracle/Sun Java).

Mas ainda assim é possível ter o Java da Oracle no Debian-7, conforme mostraremos a seguir.



3.1.1 Baixar a versão mais atual do Java
#cd /opt

A versão mais atual do Java pode ser encontrada no site da Oracle em Java Platform – Standard Edition. Baixe a versão mais apropriada (se 32 bits/64 bits, JRE/JDK). Vamos exemplificar aqui para a versão 64 bits JDK.

De uma maneira direta utilizando a linha de comando para a versão Java-8 JDK:
$ wget --no-cookies --no-check-certificate --header "Cookie: oraclelicense=accept-securebackup-cookie" "http://download.oracle.com/otn-pub/java/jdk/8u5-b13/jdk-8u5-linux-x64.tar.gz"

Infelizmente o site da Oracle pede uma confirmação para download, de forma que isso impossibilitou o download direto, e o comando exemplificado/adaptado disponível no artigo original não funcionou, foi necessário baixar o arquivo zipado e hospedar em um site. 

3.1.2 Desempacotar
Desempacotar o arquivo JAVA 8 SDK baixado na pasta /opt:
# mkdir /opt/java
# tar -zxf jdk-8u5-linux-x64.tar.gz -C /opt/java/

3.1.3 Configurar o ambiente
Configurar o ambiente para que o JAVA 8 da Oracle possa ser utilizado no sistema, com a mais alta prioridade:

# JAVA_Home=/opt/java/jdk1.8.0_05/
# export JAVA_Home
# update-alternatives --install /usr/bin/java java /opt/java/jdk1.8.0_05/bin/java 20000
# update-alternatives –config java

Obs: neste último comando, determinar a versão do Oracle-8 instalado (caso haja mais de uma versão de Java instalada na máquina).

3.1.4 Verificar
utilize os dois comandos abaixo para certificar-se que o Java-8 foi instalado com sucesso e é a versão java default em utilização na máquina.


$  update-alternatives --config java
Existem 3 escolhas para a alternativa java (disponibiliza /usr/bin/java).

  Seleção   Caminho                                         Prioridade Estado
------------------------------------------------------------
* 0            /opt/java-oracle/jdk1.8.0_05/bin/java            20000     modo automático
  1            /opt/java-oracle/jdk1.8.0_05/bin/java            20000     modo manual
  2            /usr/lib/jvm/java-6-openjdk-amd64/jre/bin/java   1061      modo manual
  3            /usr/lib/jvm/java-7-openjdk-amd64/jre/bin/java   1051      modo manual

Pressione enter para manter a escolha atual[*], ou digite o número da seleção:


e

$ java -version
java version "1.8.0_05"
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.8.0_05-b13)
Java HotSpot(TM) 64-Bit Server VM (build 25.5-b02, mixed mode)



Fonte: https://concani3.wordpress.com/2010/04/18/como-instalar-java-jre-no-debian/


28 dezembro 2014

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Configurando acesso remoto em servidores MySQL

 
Qualquer máquina contida em uma rede, pode funcionar como servidor de banco de dados MySQL. 

Mas, primeiro, é preciso realizar a seguinte configuração na máquina servidor: 

1. Altere o arquivo de configuração do MySQL. Para isso, execute o seguinte comando, como root para abrir o arquivo de configuração: 

$ sudo nano /etc/mysql/my.cnf 

2. Mude o IP da seguinte linha, para 0.0.0.0

  bind-address  =  127.0.0.1 

Ficando assim: 

bind-address = 0.0.0.0

3. Reinicie o serviço do MySQL: 

$ sudo /etc/init.d/mysql restart 

4. Entre no MySQL com o usuário root: 

$ mysql -uroot -p[senha] 

5. Conceda o seguinte privilégio: 

mysql> GRANT ALL ON *.* TO 'root'@'%' IDENTIFIED BY '[senha]' WITH GRANT OPTION; 

Caso queira conceder acesso a uma máquina específica da rede: 

mysql> GRANT ALL ON *.* TO 'root'@'[ip da máquina]' IDENTIFIED BY '[senha]' WITH GRANT OPTION; 

6. Execute o seguinte comando: 

mysql> FLUSH PRIVILEGES; 

Obs.: caso queira testar a conexão, execute esse comando em uma máquina cliente da rede: 

$ myslq -uroot -p[senha] -h[IP do servidor] 


Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Configurando-acesso-remoto-em-servidores-MySQL
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Instalando Apache, MySQL, PHP5 e phpMyAdmin via terminal

 
Neste tutorial vamos instalar os pacotes necessários para que você possa ter um servidor local em sua máquina com suporte ao uso de scripts PHP, criação e administração de banco de dados. Para efetuar as instalações não é necessário que você seja um usuário experiente em comandos utilizados no terminal do ubuntu, lógico que recomendo a busca por esse conhecimento até mesmo para agilizar as tarefas do seu dia a dia, mais por agora basta seguir os passos abaixo.

1- Abra o terminal.


Para quem não sabe o caminho ou ainda se encontra em dificuldade com o unity, basta ir até o painel inicial e buscar por terminal.


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2 – Como vamos instalar os pacotes via terminal através do comando apt-get, é recomendado realizarmos uma atualização antes da instalação.

O apt-get trabalha baixando pacotes dos repositórios oficiais do Ubuntu e Debian, então para que o apt-get receba os pacotes mais atualizados do momento é recomendado baixar uma lista de pacotes disponíveis em cada servidor, para isso basta digitar no terminal os seguintes comandos:

sudo apt-get update

sudo apt-get upgrade

Pronto agora já podemos efetuar a instalação de cada pacote.

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3 – Para instalar o Apache digitamos no terminal:

sudo apt-get install apache2

O sistema pedirá a senha do administrador, basta informá-la e aguardar o fim da instalação, digite conforme a imagem abaixo.


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4 – Vamos agora instalar o PHP, para isto digite no terminal o seguinte comando:


sudo apt-get install php5

Basta dar continuidade conforme o passo anterior, informe a senha do administrador e aguarde o fim da instalação.

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5 – Testando a instalação do PHP
Para verificar se a instalação do PHP está funcionando vamos acessar em nosso sistema de arquivos o caminho /var/www
Dentro desta pasta crie um arquivo com o nome teste_php.php e como conteúdo do arquivo digite e salve o seguinte texto:



Em seguida vá até o navegador instalado em sua máquina e acesse http://localhost/teste_php.php se estiver tudo certo a página exibida será parecida com a mostrada na imagem abaixo.


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6 – Instalação do MySQL, basta digitar no terminal:

sudo apt-get install mysql-server

Durante a instalação será solicitado para que você informe uma senha para o usuário root do mysql, basta você digitar a senha desejada e a confirmar novamente, recomendo que você a anote.

sudo apt-get install php5-mysql
Ao termino da instalação reinicie o Apache para que o MySQL funcione junto com o PHP de forma adequada, para isso digite mais um comando no terminal:


sudo /etc/init.d/apache2 restart

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7 – Para finalizar vamos instalar o phpMyAdmin, para isto digite no terminal:

sudo apt-get install phpmyadmin

Durante a instalação o uma tela surgirá pedindo para que você informe qual servidor será utilizado para rodar o phpmyadmin, deixe marcada a opção apache2.
Também surgirá uma tela pedindo para que você informe uma senha e a confirme, está senha será do usuário root (administrador) do phpMyAdmin, sugiro que você novamente anote.
Ao final da instalação feche o terminal e acesse o navegador, para testar digite na barra de endereços http://localhost/phpmyadmin, basta digitar a senha informada durante a instalação e você terá acesso normalmente.


Entre com sua senha root do phpMyAdmin e você seguirá para tela seguinte:


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Obs: Caso você tenha problemas para abrir o phpMyAdmin, e apresente a seguinte mensagem:


The requested URL /phpmyadmin/ was not found on this server.
Apache/2.2.14 (Ubuntu) Server at localhost Port 80

Basta copiar o diretório /phpmyadmin que se encontra dentro do caminho /usr/share/ para dentro do caminho /var/www .

Provavelmente você vai ter que executar o procedimento citado acima como superusuário, aproveite e libere também todos os privilégios para o diretório /www, pois é lá que você irá armazenar suas páginas.


Fonte: www.concatenar.com.br/

23 dezembro 2014

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10 perguntas para testar a sua ideia de negócio

 
Será que seu projeto está pronto para conquistar os investidores e os clientes?

Um dos maiores erros cometidos pelos empreendedores é focar apenas numa grande ideia e esquecer de se aprofundar no modelo de negócio.

Essa é uma das maiores queixas dos investidores: as pessoas passam tanto tempo namorando sua invenção que se esquecem de pensar em como vão ganhar dinheiro com ela. Uma ideia sozinha não faz verão, dizem: o mais importante é a execução.

Na opinião de Karl Stark e Bill Stewart, fundadores da consultoria Avondale (Chicago, EUA) e colunistas da Inc, todos os empreendedores deveriam responder a dez perguntas básicas antes de apresentar sua ideia aos investidores. Faça o teste: responda cada uma das perguntas abaixo com uma ou duas frases, no máximo. Só assim saberá se está pronto para conquistar os investidores.

1. Quem é o seu cliente?
2. Quais são as necessidades do seu cliente? Por que ele vai comprar seu produto ou serviço?
3. Como você pode provar que essa necessidade existe? Há um mercado para seu produto ou serviço? Existem pesquisas ou teorias que comprovem essa necessidade?
4. Quanto o seu cliente está disposto a pagar por seu produto ou serviço? Como você sabe que ele está disposto a pagar essa quantia?
5. Depois que seu negócio estiver pronto, quanto tempo vai levar para você conseguir entregar seu produto ou serviço de maneira contínua?
6. Qual o custo estimado para entregar seu produto ou serviço de maneira contínua?
7. O que estou comprando com o meu investimento? Em outras palavras, o que vou ganhar quando acabar de gastar meu dinheiro?
8. Quando esse primeiro investimento chegar ao fim, quanto dinheiro mais vai precisar para dar procedimento ao negócio?
9. É possível você montar o negócio com menos dinheiro? Posso investir apenas uma parte do aporte solicitado e saber mais antes de me comprometer com o total?
10. Supondo que eu acredite no seu modelo de negócio, por que eu deveria acreditar que você é a pessoa ideal para comandar o projeto? Não seria melhor para mim investir nesse modelo, mas com outras pessoas no comando?

Fonte: Revista PEGN

01 setembro 2014

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A primeira experiência o usuário nunca esquece

 



First-Time UX é um blog que coleciona e analisa exemplos da experiência de onboarding de sites e apps, quando os usuários utilizam o produto pela primeira vez.
A coleção foi criada por Krystal Higgins, que após trabalhar por algum tempo criando produtos mobile, percebeu o quão importante são esses primeiros momentos de contato entre o consumidor e o produto.
O que define uma boa primeira experiência do usuário, segundo ela?

  1. Show Interact, don’t tell. Ensine as pessoas com interações contextuais. Não as interrompa com modais e instruções. Evite tutoriais muito longos, porque as pessoas não lêem manuais e têm capacidade muito limitada de reter informação. Permita que os usuários acessem as instruções novamente mais tarde.
  2. Provide free samples. Seduza os usuários demonstrando o máximo de aspectos do seu produto antes de exigir que eles se cadastrem. O conteúdo de exemplo precisa ser interessante para as pessoas e relevante para a proposição de valor do seu produto.
  3. Show them what’s next. Se você tem um fluxo especial para o primeiro uso, tenha certeza de que ele termina em um lugar lógico dentro do seu aplicativo ou site. Forneça informações relevantes sobre os próximos passos, ou claro acesso a elementos de navegação.
  4. Focus. Mostre às pessoas as features mais importantes do seu aplicativo. Incentive-as a explorar para descobrir funcionalidades secundárias e terciárias.
Se quiser dar uma olhada no que Krystal vem colecionando, vai aqui o link: http://firsttimeux.tumblr.com/


Fonte: http://arquiteturadeinformacao.com/user-experience/a-primeira-experiencia-o-usuario-nunca-esquece/

26 janeiro 2014

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Declaração de Independência do Ciberespaço

 
Governos do Mundo Industrial, vocês gigantes aborrecidos de carne e aço, eu venho do espaço cibernético, o novo lar da Mente. Em nome do futuro, eu peço a vocês do passado que nos deixem em paz. Vocês não são bem-vindos entre nós. Vocês não têm a independência que nos une.
Os governos derivam seu justo poder a partir do consenso dos governados. Vocês não solicitaram ou receberam os nossos. Não convidamos vocês. Vocês não vêm do espaço cibernético, o novo lar da Mente.
Não temos governos eleitos, nem mesmo é provável que tenhamos um, então eu me dirijo a vocês sem autoridade maior do que aquela com a qual a liberdade por si só sempre se manifesta.
Eu declaro o espaço social global aquele que estamos construindo para ser naturalmente independente das tiranias que vocês tentam nos impor. Vocês não têm direito moral de nos impor regras, nem ao menos de possuir métodos de coação a que tenhamos real razão para temer.
Vocês não nos conhecem, muito menos conhecem nosso mundo. O espaço cibernético não se limita a suas fronteiras. Não pensem que vocês podem construí-lo, como se fosse um projeto de construção pública. Vocês não podem. Isso é um ato da natureza e cresce por si próprio por meio de nossas ações coletivas.
Vocês não se engajaram em nossa grande e aglomerada conversa, e também não criaram a riqueza de nossa reunião de mercados. Vocês não conhecem nossa cultura, nossos códigos éticos ou falados que já proveram nossa sociedade com mais ordem do que se fosse obtido por meio de qualquer das suas imposições.
Vocês alegam que existem problemas entre nós que somente vocês podem solucionar. Vocês usam essa alegação como uma desculpa para invadir nossos distritos. Muitos desses problemas não existem. Onde existirem conflitos reais, onde existirem erros, iremos identificá-los e resolvê-los por nossos próprios meios.
Estamos formando nosso próprio Contrato Social. Essa maneira de governar surgirá de acordo com as condições do nosso mundo, não do seu. Nosso mundo é diferente.
O espaço cibernético consiste em idéias, transações e relacionamentos próprios, tabelados como uma onda parada na rede das nossas comunicações.
Nosso é um mundo que está ao mesmo tempo em todos os lugares e em nenhum lugar, mas não é onde pessoas vivem.
Estamos criando um mundo que todos poderão entrar sem privilégios ou preconceitos de acordo com a raça, poder econômico, força militar ou lugar de nascimento.
Estamos criando um mundo onde qualquer um em qualquer lugar poderá expressar suas opiniões, não importando quão singular, sem temer que seja coagido ao silêncio ou conformidade.
Seus conceitos legais sobre propriedade, expressão, identidade, movimento e contexto não se aplicam a nós. Eles são baseados na matéria. Não há nenhuma matéria aqui.
Nossas identidades não possuem corpos, então, diferente de vocês, não podemos obter ordem por meio da coerção física. Acreditamos que a partir da ética, compreensivelmente interesse próprio de nossa comunidade, nossa maneira de governar surgirá. Nossas identidades poderão ser distribuídas através de muitas de suas jurisdições.
A única lei que todas as nossas culturas constituídas iriam reconhecer é o Código Dourado. Esperamos que sejamos capazes de construir nossas próprias soluções sobre este fundamento. Mas não podemos aceitar soluções que vocês estão tentando nos impor.
Nos Estados Unidos vocês estão criando uma lei, o Ato de Reforma das Telecomunicações, que repudia sua própria Constituição e insulta os sonhos de Jefferson, Washington, Mill, Madison, deTocqueville and Brandeis. Esses sonhos precisam nascer agora de novo dentro de nós.
Vocês estão apavorados com suas próprias crianças, já que elas nasceram num mundo onde vocês serão sempre imigrantes. Porque têm medo delas, vocês incumbem suas burocracias com responsabilidades paternais, já que são covardes demais para se confrontarem consigo mesmos.
Em nosso mundo, todos os sentimentos e expressões de humanidade, desde os mais humilhantes até os mais angelicais, são parte de um todo descosturado; a conversa global de bits. Não podemos separar o ar que sufoca daquele no qual as asas batem.
Na China, Alemanha, França, Rússia, Singapura, Itália e Estados Unidos, vocês estão tentando repelir o vírus da liberdade, erguendo postos de guarda nas fronteiras do espaço cibernético. Isso pode manter afastado o contágio por um curto espaço de tempo, mas não irá funcionar num mundo que brevemente será coberto pela mídia baseada em bits.
Sua indústria da informação cada vez mais obsoleta poderia perpetuar por meio de proposições de leis na América e em qualquer outro lugar que clamam por nosso próprio discurso pelo mundo. Essas leis iriam declarar ideias para serem um outro tipo de produto industrial, não mais nobre do que um porco de ferro. Em nosso mundo, qualquer coisa que a mente humana crie, pode ser reproduzida e distribuída infinitamente sem nenhum custo. O meio de transporte global do pensamento não mais exige suas fábricas para se consumar.
Essas medidas cada vez mais coloniais e hostis os colocam na mesma posição daqueles antigos amantes da liberdade e auto-determinação que tiveram de rejeitar a autoridade dos poderes distantes e desinformados.
Precisamos nos declarar virtualmente imunes de sua soberania, mesmo se continuarmos a consentir suas regras sobre nós. Nos espalharemos pelo mundo para que ninguém consiga aprisionar nossos pensamentos.
Criaremos a civilização da Mente no espaço cibernético. Ela poderá ser mais humana e justa do que o mundo que vocês governantes fizeram antes.

Davos, Suíça 8 de fevereiro de 1996

John Perry Barlow é um fazendeiro de rebanho aposentado, um lírico do Grateful Dead e co-fundador da Eletronic Frontier Foundation (Fundação da Fronteira Eletrônica).

Fonte: http://www.dhnet.org.br/ciber/textos/barlow.htm

29 dezembro 2013

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Remover serviços do Windows

 
Para para um serviços primeiramente faz-se necessário saber o nome do mesmo.

Existem várias formas de fazê-lo, e também depende da versão do Windows (XP, 7, 8, etc).
Vou ensinar duas forma que acredito funcionem em qualquer versão: Executar e Gerenciador de Tarefas. Lembrando que estou utilizando o Windows 8 para fazer o tutorial.

Forma 1: Executar

1 - Tecle: Win + R, irá aparecer a janela de executar.
2 - No campo de texto digite: services.msc, irá abrir a janela de serviços.


Forma 2: Gerenciador de Tarefas (Windows 8)

1 - Acesse o gerenciador de tarefas (existem várias formas de acessá-lo, a minha preferida é: Ctrl+Alt+Del > Gerenciador de Tarefas)

2 - Expanda a janela para obter mais detalhes (clique em "Mais detalhes")

3 - Selecione a aba "Serviços"

4 - No rodapé esquerdo, clique em  "Abrir Serviços"

Removendo

Com a janela de serviços devidamente aberta, vamos procurar o serviço que desejamos remover e descobrir seu nome.

1 - Clique duas vezes no serviço que deseja remover;
2 - Na janela que abrirá, observe o nome do serviço no campo "Nome do serviço";

3 - Abra novamente o "Executar" (Win+R) e digite: sc delete nomeDoServico

4 - Clique em OK.

OBS.: No caso do Windows Vista ou 7, o comando deve ser digitado no prompt (abrindo o prompt: Win+R > "CMD")


Pronto, o serviço foi removido.

25 dezembro 2013

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Educação Ecológica - pelo fim do analfabetismo

 
Mudando um pouco o foco sobre TI, mas sobre algo importantíssimo, um post sobre um assunto que me interessa e que achei interessante...

Por Marcus Eduardo de Oliveira


De um lado, um bilhão de pessoas passam fome no mundo; 200 milhões são crianças, 10 milhões morrem todos os anos de inanição. Do outro lado, quase 800 grupos corporativos mundiais dominam a cena da intermediação financeira e se regozijam com a "economia da acumulação e da devastação".
Enquanto não mudarmos a forma de produção, respeitando, prioritariamente, os ciclos da natureza, estaremos longe do bem-estar humano sustentável e, cada vez mais, nos aproximaremos de um crescimento fútil baseado no consumo material.
Urge combater os excessos e entender que progresso humano não pode ser confundido com crescimento material.
A crise ecológica ora vivenciada é decorrente de um sistema de economia que defende um crescimento ilimitado num mundo limitado.
Se almejarmos obter para nós e para a geração vindoura uma vida mais tranquila num mundo mais desenvolvido, chegou a hora de pôr um fim na dilapidação que vem sofrendo o capital natural por conta das atividades econômicas exercerem forte pressão sobre os recursos da natureza.
Para isso é fundamental disseminar uma espécie de "consciência ecológica". Essa consciência ecológica passa por eliminar aquilo que Fritjof Capra chama de "analfabetismo ecológico".
Para tanto, desde a base, a partir dos primeiros anos de estudo, se faz necessário colocar nossos alunos em contato com os valores que norteiam às ciências ecológicas.
Há de se desenvolver uma política nacional de educação ecológica, uma verdadeira ecoalfabetização que seja capaz de sensibilizar a todos para a importância que representa o sistema ecológico em nossas vidas.
Nossos alunos iniciantes precisam ser ensinados que crescimento econômico deve vir em conjunto com a justiça social, sempre resguardando a proteção do meio ambiente.
É necessário, portanto, desenvolver uma consciência de que a natureza é a provedora inicial das necessidades humanas. Parece que muitos se esquecem de que somos parte da natureza.
Pela preservação, conservação e sustentação dos princípios ecológicos e, finalmente, pelo fim do "analfabetismo ecológico". Atingindo isso, à vida saberá como nos agradecer.

Fonte: http://www.adital.com.br/?n=cpdf